Debate sobre a quebra de patentes de vacinas

Enviada em 15/11/2022

Em 1959 a Volvo utilizou pela primeira vez o cinto de três pontos em um automóvel e patentou três anos depois. A preocupação e compromisso com a segurança no mercado automotivo, fez com que, anos após a marca quebrasse a patente permitindo que dessa forma, empresas concorrentes utilizassem sua criação visando o bem de todos e não focando somente em lucros exorbitantes que poderia ter adquirido como a única empresa que tinha esse itém de segurança que revolucionou o mercado de automóveis e hoje em dia é obrigatório em veículos fabricados atualmente.

Grandes empresas de determinados setores não entram sempre pensando no bem do próximo e sim, visando altos lucros.

Exemplo o que ocorreu na pandemia de Covid-19, que foi necessário a intervenção do Estado para que fosse quebrada mesmo que temporariamente a patente de vacinas visando a urgência de fabricar vacinas para conter o avanço da pandemia e assim salvando vidas e reduzindo o custo final para compra da mesma.

Com isso, chegamos a conclusão que o Estado deve criar leis para que invenções que se tenha patente mas sejam de bem comum a ponto de salvar vidas e beneficiar pessoas de baixa renda como no caso da indústria farmacêutica visando reduzir o custo de remédios e vacinas e da mesma forma seja possível ser feito um acordo entre essas empresas para comissão de lucros para que também não sejam prejudicadas e percam o incentivo de criar novas invenções visando beneficiar a todos justamente.