Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 06/06/2020

Em meados do século XVIII, como a revolução industrial, uma geração inteira viveu a impactante mudança de mercado hoje, similarmente, a geração millennials revive a mesma responsabilidade com a inovadora indústria de startups. Contudo no Brasil este debate não é viável, por fatores negativos como a má qualidade da produção científica e também a concentração de mão de obra qualificada.

A princípio, como afirma o historiador e jornalista Marco Antonio Villa, as universidades brasileiras estão consumidas pela “panfletagem”, ou seja um doutor está muito mais preocupado com seu título do que com sua pesquisa. Tá, mas e daí? Está conjuntura medíocre, é um boicote indireto para com as startups, dado que, a mesma carência de estudos de ponta.

Entretanto, não é como se a “panfletagem” fosse absoluta, contudo, ela é causadora direta da concentração de mão de obra qualificada, isso faz com que o debate passe de “relação das startups e a geração millennials” para “relação das startups com uma parcela específica da geração millennials”. por outras palavras, infelizmente, a discussão se torna inviável.

Portanto, para a viabilização deste debate, cabe ao estado, mais especificamente ao ministério da educação a redução da “panfletagem”, por meio de uma redução no número de pesquisas, afim de selecionar melhor as mesmas, e não poupar custos, uma vez que esta economia pode ser injetada no mercado de startup. Para que assim seja possível, uma discussão que englobe uma “geração” inteira, semelhantemente a revolução industrial.