Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 12/06/2020
Historicamente, a Revolução Técnico Científica e Informacional de 1999 possibilitou o avanço nos meios de comunicação e produção de tecnologia. Assim, as formas de interação social, trabalhista e educacional foram modificadas, visto que, os indivíduos mais jovens aderiram à maior ferramenta do mundo: a internet. Desse modo, o debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials é importante, pois promove a reflexão perante as mudanças de produção e consumo global.
A princípio, as inovações tecnológicas como os primeiros celulares, computadores, walkman e MP3, inseriram-se gradualmente na sociedade e modificaram os interesses mercadológicos dos indivíduos. Logo, as empresas startups, isto é, inovadoras com rápido crescimento industrial, na busca pelo lucro, ditaram quais produtos deviam ser consumidos e instituíram padrões. Esse processo, refletiu positiva e negativamente na geração Millennials, ou nomeada Y, respectivamente nas relações empresariais e sociais, pois no mesmo momento da criação de novas organizações, surgiram também as doenças emocionais como a ansiedade e depressão.
Nesse ínterim, a necessidade de inovação estimulada pelo século 21 promoveu, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão como o “mal do século”. Logo, o avanço tecnológico não modificou somente os meios de produção e consumo, mas o modo de interagir socialmente, em que, os indivíduos expostos à discursos como “pense fora da caixa” ou “seja um empreendedor” acabam por manter financeiramente um sistema de consumo doentio.
Finalmente, é imperioso que o Mistério da Saúde unido ao Governo Federal crie métodos de conscientização aos jovens, utilizando de campanhas e palestras com psicólogos nas escolas. Para que, o debate sobre o impacto das startups nos Millennials seja continuo, pois esse perpassa a questão lucrativa quista pelas empresas e atinge a saúde psicológica das novas gerações.