Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 12/06/2020

“Oi, meu nome é Bettina, tenho 22 anos e um milhão e 42 mil de patrimônio acumulado”. Em 2019, a Empiricus, empresa empreendedora, criou um anúncio, por meio desse enredo, com o fim de atrair clientes. Ela, como outras, influenciaram a muitos, chamando atenção da chamada geração Y - Millennial - que, além de evoluir junto à tecnologia, corroborou para o surgimento de organizações  e possibilitou a circulação da economia no país.

Em primeira análise, a influência digital fortaleceu a execução dos startups no mundo, visto que as maiores empresas atuais, como a Apple, surgiram, por meio de um pequeno empreendimento, entre os anos de 1975 e 1995, segundo à mídia. Por esse viés, Bianca Andrade, ex - BBB e fruto do período Millenial, é um exemplo brasileiro de sucesso, já que lucra diariamente, por intermédio de sua marca de cosméticos “Boca Rosa”, e possibilita o ciclo de capital na nação. Deste modo, é comum haver uma grande concentração de “empreendedores Y”, uma vez que pessoas como ela influenciam a essa faixa etária.

Por conseguinte, em A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord, escritor francês, é retratado  o controle do marketing sobre a humanidade no começo dos anos 60. Nessa lógica, é inegável o desaparecimento desse domínio, já que a raça humana é alienada constantemente pelas imagens das redes sociais e, por isso, facilita o aumento do desejo empresarial e capitalista de algumas pessoas. Porém, embora há essa influência, facilita o crescimento econômico do país, mediante investimentos realizados nos pequenos negócios.

Infere-se, portanto, a conservação dos startups compostos pela geração Y no Brasil. Destarte, cabe à Associação Brasileira de Startups, por meio de propagandas, realizarem uma divulgação em massa sobre a importância do empreendimento, a fim de atrair indivíduos nascidos no período abordado ao mercado financeiro. No mais, é esperado o crescimento do investimento empresarial e financeiro.