Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 14/06/2020

É indubtável que o progresso de uma nação está diretamente adstrito à sua era tecnológica. Nesse sentido, é notório que as demandas relativas ao uso das chamadas empresas ‘‘startupus" por parte da geração de Millennials são querelas pertinentes no cenário nacional contemporâneo. Desse modo, mediante a profusos fatores de ineficiências governamentais e, ainda, perspectivas sociais, a problemática instala-se, obstando o crescimento nacional.

Mormente, é salutar destacar que a ausência de aparatos jurídicos que visem a facilitação da adesão das web empresas por parte dos cidadãos retarda a sua ascensão. De acordo com a Constituição cidadã brasileira, é dever do estado garantir aos indivíduos -independe de sua natureza- a isonomia, de tal mode que as leis no do documento nacional sejam igualitárias e assegurem os diretos de quem recorre a elas. Todavia, configura-se na comunidade tupiniquim o excesso de ações burocráticas tangente à adesão de empresas startupus, ação que ratifica, ainda, a chamada ‘‘‘Cidadania de Papel -ideário do jornalista Gilberto Dimenstein- onde os cidadãos são amparados pelas leis nacionais somente de forma teórica no papel. Dessa forma,observa-se que tal ação impede que inúmeros cidadões da chamada geração “Y’’ tenham seus direitos de empreendedorismo garantidos.

Outrossim, a falta da democratização da internet para os individuativos brasileiros age de maneira influenciadora no que tange ao acesso de plataformas empreendedoras. Segundo Jessé Souza -sociólogo brasileiro- em seu ideário da ‘‘subcidadania’’, há no contingente demográfico hodierno a situação de vulnerabilidade social vivida pelos mais pobres, cujos direitos são negligenciados tanto pela falta de ação do Estado quanto pela indiferença da sociedade de maneira mais ampla, isto é, a construção de segregações culturais de classes sempre inferiorizadas corrobora a ausência de ações igualitárias em diversas searas nacionais. Assim, configura-se no Brasil atual lacunas tangente ao poder de acesso à internet pelas classes menos favorecidas, ação que corrobora o atual cenário de escassez de empresas que necessitam de comunicação via internet como as startpus.

Destarte, mediante o elencado, é inescusável que o Estado intervenha para mitigar o cenário contemporâneo. Dessa maneira, para a devida democratização do uso das empresas startpus pela geração Millenial, é inescusável que o Poder Legislativo - órgão responsável pela criação e pela aplicação de leis nacionais- insira na sociedade brasileira, por meio de revisões nas leis de empreendedorismo, a desburocratização para a adesão de diversos gêneros empresariais; além de criar leis que visem a democratização do acesso à internet de forma igualitária para o uso das gerações Milleniais. Somente assim, o Brasil será um país livre de querelas sociais.