Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 14/06/2020
Na Califórnia, a região do Vale do Silício é marcado como o berço das startups bilionárias. Tal iniciativa é propagada principalmente pela geração y, que busca a flexibilização e inovação no campo dos negócios. Com vista a esse cenário, cabe à reflexão acerca das raízes e consequências dessa relação para a sociedade brasileira.
Mormente, é válido analisar historicamente o inicio das startups. No Brasil a propagação desse modelo de negócio se apresenta de forma prematura, visto que a passagem do país predominantemente agrário para industrializado data no início do Governo Vargas, e só desenvolveu-se de fato a partir dos anos 2000 quando a Google e o Facebook ganharam o mercado mundial. Idealizado como um negócio de jovens promissores, as startups são lideradas por pessoas menos conservadoras que buscam uma ruptura com o tradicionalismo empresarial, característica que se estende para a vida social desses jovens.Desse modo, é compreensível entender como este empreendedorismo inovador está calcado nas raízes da geração de Milenials, que buscam as mesmas conotações para o seu estilo de vida.
Segundo a OMS, a população dos países industrializados possuem baixo crescimento vegetativo, proporcionado pela queda nas taxas de natalidade. Este fato decorre da indisposição, principalmente da geração y, em constituírem relacionamentos e famílias, revelando uma mudança série para as novas gerações. Em contrapartida, a acentuação do engajamento no mundo do trabalho traduz uma modificação cultural no pensamento do coletivo, trazendo apesar de avanços também séries transformações nas relações sociais.
Portanto, é mister que as instituições de poder tome providências. Assim, é dever do Estado, através de seus dispositivos midiáticos, promover o incentivo à constituição da família e dos relacionamentos a fim de atenuar os efeitos negativos da cultura da geração y. Somente assim, haverá a perfeita congruência entre vida social e avanço trabalhístico.