Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 14/06/2020
Segundo os textos judaicos, “o bem-estar na vida obtêm-se com o aperfeiçoamento da convivência dos homens”. Nesse sentido, é notório que o bem-estar no trabalho já foi alcançado em diversas áreas profissionais e vem se aprimorando mais ainda pela geração “Millennial”. Visto que essa geração levou em consideração uma relação flexível entre o empregado e sua empresa optando por um estilo de vida que equilibrasse relaxamento e produtividade. Com isso, conseguindo a verdadeira satisfação no trabalho.
Em primeiro plano, é importante ressaltar que a antiga visão corporativista é quase inexistente com o crescimento na preferência dos trabalhadores por equilíbrio no trabalho e na vida. Haja vista que as relações pessoais passou a ser o foco da nova geração e não mais o acúmulo de bens. Um exemplo disso pode ser visto no filme “O Pequeno Príncipe”, quando o protagonista opta por uma vida mais “social” deixando de exercer seu estilo de vida corporativo.
É comprovado pela fundação Getúlio Vargas que esse novo estilo de vida mais equilibrado é responsável por um maior nível de felicidade na população, que afirma que regiões do Brasil com relações mais “flúidas” como é o caso da Sul são mais felizes que regiões corporativistas, a exemplo a Sudeste, podendo assim concluir que foi um acerto tal mudança no estilo de vida da população.
Sob a visão da relação trabalhista mais flexível, cabe à Secretaria do Trabalho junto ao Legislativo, através de uma Proposta de Emenda à Constituição, facilitar as relações de trabalho, permitindo contratos patrão-empregado, como acontece nos Estados Unidos. Para que assim, o nível de satisfação da população com o trabalho cresça de maneira igual, garantindo dessa maneira a visão dos judeus acerca do bem-estar.