Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 14/06/2020
No período da primeira revolução industrial, o ambiente de trabalho distinguia-se pejorativamente, por ambientes precários e relações opressoras. Porém, através das futuras gerações, este conceito modificou-se e hodiernamente, a geração de Millennials está desconstruindo o ambiente de trabalho da revolução, por meio das startups, uma nova visão de mundo trabalhista. Dessa forma, com a tecnologia ao seu favor, usada de forma segura e o respeito as gerações anteriores na forma de pensar e agir, a geração Y revolucionará ainda mais o conceito de trabalho.
Primeiramente, é valido ressaltar a contribuição das revoluções para a expansão das novas tecnologias, com a finalidade de melhorar a qualidade de vida das pessoas. A geração de Millennials, por sua vez, tem se apegado ainda mais no mundo digital, um exemplo disso, são as startups, a era do trabalho prazeroso, visto pela maioria como o ambiente ideal para se trabalhar com laser, sendo impossível na época da revolução. Com isso, é imprescindível que sua utilização seja realizada de forma segura no ambiente de trabalho, seja ele formal ou informal.
Secundariamente, é notório que o mundo virtual exclui uma parcela da população brasileira, pois seu uso ainda é recente entre os indivíduos. Dado a isso, a introdução das startups, a nova era do mundo do trabalho, deve englobar as novas e as antigas gerações, pois a distinção do trabalho formal, como visto na primeira revolução, acontecerá de forma gradual e satisfatória.
Por conseguinte, o debate sobre as relações das startups e geração Y, deve construir-se por meio do equilíbrio entre as gerações, pois apesar da inovação dos novos meios de trabalhos e vida social, entender as diversas formas de pensar e agir da sociedade brasileira é essencial para se revolucionar o mundo do trabalho. Dessa forma, com a finalidade de proporcionar uma liberdade para trabalhar, por meio das startups adjunta com as novas tecnologias, e assim erradicar o conceito pejorativo do ambiente de trabalho no período da primeira revolução industrial.