Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 14/06/2020

A Geração Y é caracterizada pelos indivíduos nascidos na década de 80 e 90, que hoje são jovens independentes e que prezam pela liberdade e flexibilização no trabalho. Dessa maneira,  as gerações passadas, que viveram em épocas de crises econômicas, priorizam o bom salário. Sendo assim, hoje as Startups precisam adequar-se as novas demandas e nescesidades do trabalhador, além de motivarem eles com recompensas, prêmios ou nomeações.

Em primeira análise, observa-se que as atuais empresas nescessitam dar mais espaço aos seus criadores, além de melhorar as condições de trabalho. Por exemplo, a empresa Google possui espaços de lazer para os funcionários e salas de soneca. Dessa forma, os trabalhadores conseguem ter maior produtividade e conforto, substituindo horas massacrantes por momentos de diversão, mesmo em horário de expediente.

Vale destacar, ainda, que o velho “funcionário do mês” já está ultrapassado, e é de ser considerado novos processos de alavancar a auto-estima do contratado. Segundo pesquisa do jornal Folha de São Paulo, no Brasil, cerca de 40% dos entrevistados dizem se sentir melhor com recompensas após trabalho “duro”. Diante disso, organizações devem planejar formas periódicas de “premiar” os seus contratados, para que se sintam reconhecidos.

Portanto, evidencia-se que se trata de um debate socioeconômico, que não prejudique nenhuma das partes na relação “patrão e empregado”. Logo, é essencial que as Instituições Trabalhistas se adaptem e construam momentos de descontração na carga horária do funcionário, por meio de locais para leitura, para jogos eletrônicos, para conversas ou até mesmo estofados para descansar, para que eles possam sentir-se mais relaxados e dispostos, além de contribuir com a saúde mental. Assim, haverá um ambiente de trabalho mais sustentável e que contribua com a produtividade do indivíduo.