Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 14/06/2020

O grande desenvolvimento tecnológico, da virada do milênio, proporcionou a quarta revolução industrial, a qual, gerou uma nova tendência, de mercado e profissionais, que utilizam as redes sociais e canais “online” para comercializar e potencializar suas ações no mercado.  A geração conhecida como “Millennials” busca romper paradigmas e usar a tecnologia a seu favor, adaptando as profissões a novas formas empresárias mais conectada com suas características.

Em primeira análise, a geração dos “Millennials”, indivíduos nascidos entre meados de 1980 a 2000,  procuram o bem-estar em locais de trabalho, assim, criando novas empresas. Os também chamados de geração Y, se desenvolveram em ambientes altamente urbanizados, onde a internet teve um importante papel em sua formação sócio-cultural e profissional, os diferenciando no mercado de trabalho, a qual preferem criar empresas inovadoras de rápido crescimento, cujo os modelos de negócios  podem ser replicados em franquias.

Em segunda análise, para além da criação e inovação, os recentes conceitos de “Startups”, se destacam para esta geração por serem locais com flexibilidade, liberdade e pouca hierarquia burocrática, que permitem que esta geração atinja seus objetivos - monetários e hedônicos - fugindo dos modelos tradicionais arcaicos. Destarte, as “Startups” iniciam como pequenas empresas que estimulam o ecossistema de inovações, buscando soluções para o cotidiano, através de aplicativos e sistemas de “Software”, como “Uber”, “Netflix” e “Ifood”.

Alude-se desta forma, como pode ser visto na série “Itaewon Class”, a busca pelo “sucesso” da geração dos “Millennials” perpassa pelo uso da tecnologia na criação de novas empresas que buscam soluções para as atividades cotidianas de forma a maximizar a comodidade doméstica e otimizar o tempo para realização de tarefas laborais e hedônicas.