Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 14/06/2020
Historicamente, o trabalho sofreu diversas mudanças por meio dos avanços tecnológicos, que possibilitaram a renovação da relação sociedade e lucro. Diante disso, atualmente, economia e trabalho veêm-se flexibilizada e moderna através da estruturação dos ambientes de trabalho e empresas, consumismo orientado e, por consequinte, subordinação dos jovens à tecnologia e à conquista de independente econômica.
Primeiramente, é importante considerar a tecnologia prepulsora de tal contemporâneo desenvolvimento. Sob análise de Marx, ela causou grande impacto na sociedade, com surgimento do capitalismo, modificando processo de produção. Nesse sentido, tem-se as modernas empresas “Startup”, que modernizam a estrutura do modo de trabalho, dando espaço ao empreendedorismo e enaltecendo o setor terciário. Assim, essa estratégia visa facilitar comércio e compra por parte dos clientes, além disso, cede ao empreendedor liberdade econômica, algo que é bastante almejado atualmente.
Por conseguinte, tal desejo de autonomia, gera alienação no que se refere ao consumo e ganho de dinheiro, e também, interrupção da juventude. Segundo Platão, a sociedade torna-se justa quando cada cidadão exerce seu papel o qual foi atribuído, sem qualquer desvio de interesse e visando o bem coletivo. Dessa forma, a tecnologia mudando os meios de trabalho, afeta os indivíduos e estrutura social, em especial, a atual geração: Os millennials, jovens empresários que fusionam trabalho e lazer, incentivam e consomem excessivamente produtos modernos e tecnológicos. Com isso, regam o consumismo, a liberdade econômica, a flexibilização laboral e uma juventude livre e infindável, sem interrupção de filhos ou relacionamentos amorosos.
Assim, é mister ação do Estado para minimizar os malefícios de tal conjuntura e fortificar os benefícios. Logo, faz-se necessário incentivar economia equilibrada, sem qualquer excesso, investir em projetos que facilitem inserção dos jovens em faculdades e especializações, por meio de concursos gratuitos e seleções, com intuito de capacitá-los às devidas profissões, visando qualificação e quantificação da mão de obra do país, e também, movimentação e ativação da futura economia. Além disso, é importante combater o consumismo orientado pela indústria tecnológica, que pesquisam gostos e ilusórias necessidades dos cidadãos através da internet, por meio de efetivas ações, que discutam sobre consumo e uso adequado dos meios tecnológicos, como: Comerciais e palestras em escolas e universidades. Com intuito de conscientizar, assolar ideia de trabalho apenas para fruto capital e afirmar os avanços científicos como crescimento socioeconômico e não como retrocesso.