Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 14/06/2020

A partir do contexto da Revolução Industrial criaram-se máquinas com o intuito de reduzir a força e o tempo de trabalho do indivíduo, com o avanço da tecnologia, o conceito de “máquina” se atualizou e é a principal ferramenta usada pela geração Y. Entretanto o debate acerca da relação de “startups” e a geração de “Millennials” é interessante devido a sua pouca visibilidade no mercado, e também a falta de incentivo econômico.

Primariamente, é indubitável a discussão diante da pouca visibilidade que esta forma de trabalho tem. Pois, não segue intrinsecamente o modelo de empresa que o mercado mundial possuí. Cerca de 87% do mercado econômico mundial é composto por empresas que seguem um único modelo para a melhor manipulação da economia. Já as “startups” seguem um modelo inovador, porém inseguro e jovem. Logo, não é bem vista.

Secundariamente, a falta de incentivo econômico -até mesmo social- na geração “Millennials” que são investidores deste novo modelo é um fator absurdamente desmotivador para estes empresários. Contudo a falta de credibilidade nas “startups” e o poder centralizado nas mãos de empresas tradicionais é um preceito a ser rompido. Logo, para maior diversificação de modelos de trabalho e oportunidades diversificadas sem pré conceitos.

Por fim, é indispensável a atuação da OMC e de orgãos nacionais responsáveis pela economia e geração de empregos, concederem um acordo onde possam destacar as empresas ditas “startups” nos mercados nacionais e logo, mundial. Assegurando sua integridade por meio de leis que as defendam, e os incluam em ao menos 30% da parcela econômica mundial, os dando visibilidade o suficiente para ingressar no cenário mundial. Também é de alta necessidade incentivos Governamentais em conjunto com FMI, fazendo que empresas como as “startups” possam ter direitos equivalentes as empresas que dominam o mundo. Assim abrandando impostos e disponibilizando empréstimos em alta quantia para compra da tecnologia e materiais utilizados. Assim, tornando as formas de trabalho mais diversificadas e um mundo mais igualitário e globalizado.