Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 14/06/2020

É de conhecimento geral que as startups tem estado a frente ou até mesmo tomado o lugar de diversas empresas de cultura corporativa tradicional, pois as mesmas levam em consideração diversos fatores além do lucro em si. Seus funcionários são um exemplo disso, levando em consideração que a maioria dos empregados em startups são os chamados “Millenials”, jovens que buscam estabilidade econômica mas não temem em mudar de empresa ao discordar de algo. Normalmente, são extremamente habilidosos com o uso da tecnologia, usando ao seu favor.

De acordo com a pesquisa realizada pelo Itaú BBA, os Millenials já fazem parte de 50% da força de trabalho nacional, e a partir deste resultado percebemos a necessidade de adaptação que empresas tradicionais necessitam, pois poucos são os que aceitam trabalhar de forma ordinária. Em sua multiplicidade, estes optam por trabalhar em ambientes com horários e prazos flexíveis, com momentos de lazer e descontração. Aí as startups entram em cena.

Em consequência da alta procura por empregos nos padrões desejados, o número de startups cresceu consideravelmente de 2015 a 2020, evoluindo juntamente com a tecnologia, sua principal aliada. Seu principal objetivo é solucionar problemas cotidianos simples, comuns a diversos jovens e adultos, por isso se tem uma elevada porcentagem de sucesso. A divulgação nas mídias sociais também é de extrema importância e relevância ao sucesso destes empreendimentos.

Conclui-se que, com o crescimento deliberado de oferta e procura por um público mais jovem e “antenado” para o preenchimento de vagas em startups, cabe aos gerentes adaptar suas vagas para que também possam ser ocupadas por pessoas mais velhas, de modo que a empresa seja uma mistura homogênea de gerações e modos de pensar.