Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 14/06/2020

Com o advento da Globalização, juntamente com a Revolução Técnico científico informacional, houve um aumento significativo dos fluxos, em diversos âmbitos, mas, em especial no setor de serviços, responsável pela, quase que, instantaneidade na realização de transações comerciais na esfera  virtual. Tais serviços são efetivados principalmente por meio das “startups”, manipuladas em demasia pela geração de millennials -que acompanhou o surgimentos de sistema virtuais, hoje utilizados- fundamentais nos fluxos globais de serviços e de informações, que ocasionam na maior autonomia dos jovens e no estímulo à produtividade.

A princípio, vale destacar que o desenvolvimento precoce de projetos, como as “startups”, geralmente iniciadas com a criação de aplicativos, amplia a autonomia dos jovens, pelo fato de estimularem a capacidade de autocrítica, como forma de desenvolver a responsabilidade desde cedo em tal geração. Em paralelo a isso, no filme “O menino que descobriu o vento”, destaca-se a autonomia de pensamento do jovem na criação de tecnologias, mesmo sendo desacreditado por ser criança, questão consoante ao comando de “startups” pelo mais novos, que desenvolve neles a sensação de capacidade. Nesse sentido, verifica-se a importância dessas tecnologias na consolidação da autonomia dos jovens.

Ademais, é preciso ressaltar que a criação de projetos pessoais desde cedo é importante pelo fato de estimular e de manter uma constante produtividade do jovem, ao visar o desenvolvimento e o crescimento pessoal, em decorrência de muitas vezes optar por estabelecer uma carreira na área virtual. Consoante a isso, destaca-se o milionário Mark Zuckenberg, o qual demonstrava desde a infância interesse por computadores e por tecnologia, que conforme a prática, criou diversos aplicativos,  tentando sempre atingir o maior número de usuários possível, até desenvolver o seu aplicativo que se popularizou: o Facebook. Diante disse, observa-se a ligação direta entre o crescimento pessoal e a criação de ferramentas tecnológicas, como as “startups”.

Logo, é necessário a criação de mecanismos que visem ampliar tal realidade, a fim de melhorar ainda mais essas ferramentas virtuais. Assim, é preciso que o Ministério da Educação -órgão responsável pelo incentivo ao desenvolvimento pessoal dos estudantes- invista no setor tecnológico nas escolas, fornecido aos jovens, por meio da criação de salas de informática e de aulas de programação básica aos alunos, com o objetivo de fornecer meios de desenvolver a autonomia em tal âmbito. Alem disso, é imprescindível que a família de suporte ao jovem, ao o apoiar, ao visar o seu desenvolvimento pessoal. Assim, poder-se-á estimular o desenvolvimento de “startups” pelos jovens.