Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 21/06/2020
À medida que a tecnologia evolui e o capitalismo científico-informacional se consolida, novas alternativas de proveito econômico despertam o interesse dos jovens. Isso se dá por conta de uma série de fatores, mas dois se destacam: A flexibilidade laboral e a participação ativa no campo corporativo. Ademais, a vontade de fazer a diferença na sociedade, aliada à facilidade de atingir o público, faz com que sejam criadas centenas de aplicativos eletrônicos, que implicam desde a melhoria na mobilidade urbana até uma série de fontes de entretenimento.
Historicamente, ter posse de informações conferia poder a algum individuo ou corporação. Todavia, o cenário mudou após o advento da internet. Atualmente, é necessário ter ciência do que fazer com os dados, e não somente ter sua propriedade. É nesse contexto que são criadas as startups.
Ato contínuo, é lícito estabelecer uma relação entre a quantidade de startups e o desenvolvimento de um país. Por exemplo, nos Estados Unidos, as indústrias de ponta se estabelecem próximas às universidades, que concentram milhares de millenials, formando verdadeiros polos científicos e prosperidade financeira.
Portanto, cabe ao Governo Federal incentivar e facilitar - reduzindo burocracias - a criação de startups por meio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). Além disso, seria sensata a inclusão de palestras e aulas sobre empreendedorismo, para os jovens, nas escolas municipais e estaduais do país. Por fim, tomadas essas medidas, a nação brasileira desfrutará das benesses econômicas que as gerações mais novas podem render ao país.