Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Millennials, ou geração Y, são os cidadãos nascidos nas décadas de 1980 e 1990. Estes, representam metade da força de trabalho no Brasil. Por crescerem em épocas de grande desenvolvimento tecnológico e informacional, os millennials priorizam uma forma de trabalho mais prática, como nas startups.

Como já citado, a geração Y tem forte apreço pelas startups. Isso ocorre porque nesse modelo de empresa os funcionários possuem maior liberdade e praticidade, seja de pensamento ou de criação, que os millennials tanto defendem. Outro ponto característico é a ousadia dos empregados/empregadores em arriscar suas propostas que, com o auxílio da tecnologia, podem atrair (ou não) os consumidores facilmente.

Em contrapartida, essa geração é mais suscetível ao adoecimento mental. De acordo com a psicóloga Marilene Kehdi, os millennials já nascem ansiosos e imediatistas, o que contribui para o desenvolvimento do transtorno de ansiedade e crises de pânico. Ainda, por serem mais ousados que seus antecessores, não sabem lidar com as possíveis frustrações que podem vir após a criação de uma startup, o que também pode desencadear a depressão.

Dado o exposto, entende-se que a geração Y tem grande apreço por startups, que conferem mais liberdade e praticidade aos trabalhadores. Porém, por serem imediatistas, os millennials não sabem lidar com possíveis fracassos, o que se torna prejudicial à saúde mental. Portanto, no contexto brasileiro, o Branco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) possui uma pasta para apoio às empresas emergentes, incentivando seu desenvolvimento e o empreendedorismo geral.