Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Após as crises pós-guerra fria e a considerável estabilidade ao qual o mercado se encontrava nos anos entre 1979 a 1998, a geração compreendida nesse período, chamada de “Millenials” (termo em inglês que significa geração do milênio), procurava inovação e liberdade agora em um mundo mais tecnológico. Logo após a ascensão da tecnologia na vida cotidiana das pessoas, os pertencentes á Geração Y (Millenials) não se viam mais satisfeitos em seguir os modelos tradicionais de trabalho, focados na estabilidade, praticidade e hierarquização do trabalho. Tal insatisfação deu margem ao surgimento das chamadas “Startups”.

Empresas “Startups” são consideradas empresas de relativo rápido crescimento, que procuram inovar o âmbito do trabalho e vida por vias tecnológicas. Aquelas, majoritariamente criadas por “Millenials”, procuram dar liberdade criativa e crítica aos funcionários com o intuito de atingirem o maior número de usuário possíveis. Isto chamou a atenção da geração que agora se preocupa mais com diversas causas sociais e culturais, afim de haver mais expressão e individualidade, passando essa preocupação aos produtos ofertados. Grandes exemplos dessa nova onda de comércios são aplicativos para celulares, como por exemplo Ifood (rede de entrega de alimentos), Uber e 99 (Motoristas de aplicativo) a bancos online como NuBank e PicPay.

Em suma, motivados pela sede de liberdade de expressão e crescente evolução das mídias, marketing e relações digitais, a geração do milênio procurou tomar a dianteira dos projetos desse novo mercado. Não mais presos ao tradicionalismo, procuram por meios de envolver mais as vidas cotidianas com a evolução dos aparelhos da micro e nano tecnologia e apostando sem medo de perderem algo, em projetos que condizem com suas vontades e morais.