Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

No filme “O Pequeno Príncipe’’ o protagonista troca seu estilo de vida associativo por um estilo mais urbano. Assim como, na geração Millennials, popularmente conhecida como geração Y, é certo a magnitude de se ter a balança equilibrada entre produtividade e relaxamento, através de relação flexível entre o empregado e a empresa. Isto posto, alcançando a satisfação verdadeira do trabalho.

À frente, é vultoso ressaltar a crescente preferência em uma rotina estável de trabalho e vida social, ao invés da antiga visão corporativista. Tendo em vista que o grande foco das novas gerações não é no acumulo de bens, e sim nas relações pessoais e bem estar pessoal. Assim como no pensamento de Aristóteles, somos seres que adaptamos a realidade sempre que preciso, por este motivo, faz-se sempre necessário um olhar critico e uma ação que direcione caminhos. Nesse contexto, seja necessária a divisão entre ofício e descanso, na realidade em que estamos inseridos, como primórdio o tempo pessoal de cada indivíduo.

Além disso, pode-se depreender que esse novo estilo de vida mais equilibrado é dirigente por trazer a população um maior nível de felicidade. Isto é comprovado pela pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, que afirma que regiões do Brasil com relações mais ‘‘fluidas’’, como é mais flexo caso do sul, são mais felizes que regiões corporativas, assim, podendo concluir de que tal mudança no estilo de vida da população foi um acerto.

Em consoante aos fatos, e com alvo na relação trabalhista mais flexível, cabe a Secretaria do Trabalho, junto ao Legislativo, através de uma Proposta de Emenda à Constituição, facilite as relações de trabalho, assim também como nos Estados Unidos, permitindo contratos patrão empregado. Desse modo, o nível de felicidade e bem estar da população cresce de maneira igual.