Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 21/06/2020
Em um século essencialmente tecnológico, as mediações promovidas pela existência do âmbito digital nas relações pessoais é categoricamente evidente. Com base nisso, são notórias revoluções em alguns paradigmas, as quais são aceleradas pela globalização, tornando extremamente contextualizada a constatação “somos os filhos da revolução”, da banda Legião Urbana. Dessa forma, é elaborada a conexão entre a geração de “Millennials” e empresas emergentes.
Nessa temática, são denotados pilares fundamentais na correlação citada: necessidade de diferenciação e avanço das atividades globalizadas; com a manifestação das atividades existentes no século XXI, o compartilhamento de informações acerca de atividades e notícias promoveu uma quebra nos valores tradicionais de sustentação financeira. Dito isso, tem-se como aliado, a necessidade de tornar-se diferente, responsável por protagonizar um papel de ascensão social e econômica, meio pelo qual os indivíduos da famigerada “geração do milênio” encontraram subsídio.
Assim sendo, os desdobramentos dessas personalidades repercutem de maneira direta e indireta do mercado de trabalho, pautando desde ideias renovadoras, até frustrações que podem servir como experiência para o futuro. Além disso, acontece uma rede de partilha de conhecimentos, onde de forma gradativa e inovadora, os “Millennials”, por meio das “startups”, catalisam uma benéfica evolução do senso crítico e empreendedor, passível de moldar cidadãos mais atentos.
Isto posto, é indubitável uma necessidade mútua de acompanhamento generalizado do mundo, uma vez denotada mudanças nos paradigmas. Desse modo, é inquestionável a necessidade em revolucionar o modelo de ensino, atualmente tido como arcaico - tanto no conteúdo, como na prática - sendo elaborado pelo governo, uma forma de propagar um amadurecimento efetivo e inteligente durante o ensino; quebrando a barreira conteudista juntamente com os estereótipos tradicionais.