Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Os jovens estão cada vez menos interessados em passar o dia inteiro atrás de um computador, dando tudo pela empresa. Ou seja, “dar o sangue” pela empresa na intenção de  ter uma brilhante carreira profissional ficou para o passado.

A geração que pensa assim ficou conhecida geração y ou millennals. Já contando com mais de 50% da força de trabalho no Brasil, esses jovens são o futuro do país e do mundo, portanto, empresas do tipo startups são muito cobiçadas por eles, pelo fato de se encaixarem nos moldes propostos pela geração, onde os horários são mais flexíveis, ambientes mais descontraídos e mais agradáveis, maior valorização do grupo e não do individual, etc.

Analisando isso, pode-se perceber que a relação millennal-startups é o futuro do mercado de trabalho, pois um impulsiona o crescimento do outro, um depende do outro. Olhando isso de maneira superficial, parece ser algo incrível, mas, olhando de maneira mais técnica, é um problema.

É um problema, pois as startups não dão firmeza para o mercado mundial, elas não possuem capacidade para se tornarem empresas bases, como a Petrobras, por exemplo. Porém, isso não é analisado pela geração y, que não percebe que se ela não aceitar que empresas mais rígidas também são necessárias, o mercado financeiro virara um caos, pois sem elas a economia entraria em colapso.

Visto isso, é notório que deve ser feito algo para impedir o massivo crescimento dessas empresas e dessa geração. Um dos meios para fazer isso são as escolas, que devem adotar em sua grade horária aulas de economia e intensificar as aulas de geopolítica, ensinando aos jovens os motivos pelos quais empresas “liquidas” não podem dominar o mercado e revolucionar a forma de trabalho, colocando mesas de pingue-pongue e geladeiras com cervejas dentro do escritório de trabalho das empresas.