Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Alguns textos judaicos apontam: “o bem estar na vida obtêm-se com o aperfeiçoamento da convivência dos homens”. Nesse sentido, pode se dizer que o bem estar no trabalho está preste a ser alcançado pela geração Millennial. Visto que essa geração optou por um estilo de vida que equilibrasse relaxamento e produtividade por meio de uma relação flexível entre o empregado e sua empresa. Dessa forma, alcançando a satisfação verdadeira no trabalho.

Primeiro devemos destacar a crescente preferência dos trabalhadores por equilíbrio na vida e no trabalho, ao invés da antiga vida corporativista. Haja visto que o foco das novas gerações deixou de ser o acúmulo de bens materiais e passou a focar nas relações pessoais. Pode se observar isso no livro “O pequeno príncipe”, quando o protagonista troca seu estilo de vida corporativo por uma vida mais social. Recentes pesquisas apontam que a maioria dos jovens talentos não tem interesse em atuar em empresas tradicionais, principalmente por conta da cultura corporativa.

Outrossim, pode se inferir que esse novo estilo de vida mais equilibrado é responsável por trazer a população um maior nível de felicidade, o que é comprovado pela pesquisa da Fundação Getúlio Vargas que afirma que regiões do Brasil com relações mais fluídas, como é o caso do Sul, são mais felizes que regiões corporativistas, a exemplo o Sudeste, podendo assim concluir que tal mudança no estilo de vida da população foi um acerto.

Perante a ótica  da relação trabalhista mais flexível, cabe à Secretária do Trabalho junto ao Legislativo, através de uma Proposta de Emenda à Constituição, facilite as relações de trabalho, permitindo contratos patrão-empregado, como acontece nos Estados Unidos. Para que assim, o nível de êxito da população cresça de maneira igual, garantindo dessa maneira a visão dos judeus acerca do bem estar.