Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 21/06/2020
‘‘O sistema nos limita de tal forma que nos resta escolher: sonhar ou sobreviver’’ afirmação da banda Racionas que, contraria a vertente de pensamento da geração Millennials. Tal que se opõe a obcessão em relação ao trabalho, aliando hobbies e tarefas que priorizem sua saúde mental e lazer e; opta por ambientes de trabalho mais liberais, flexíveis e menos hierarquizados e burocráticos.
A partir disto, a geração Y demonstra seu caráter moderno vigente da ascensão progressiva da tecnologia e das redes sociais, consequentemente, criando uma certa repulsão ao tradicional, visto como algo retardatário, atrasado. Portanto, desenvolve preferência por ambientes empresariais diferenciados e que fujam do paradigma anterior; onde se encaixam perfeitamente as startups.
Então, esta parcela da população - nascida pouco antes de um novo milênio - que defende relação mútua equilibrada entre trabalho e, por exemplo um curso, atividade física, atividades da vida social e familiar, viagens, entre outros; deposita novamente seu agrado as startups. Buscando assim, mais liberdade, malemolência, eficiência, aceitação na procura de emprego.
Ou seja, esse novo ramo de conduta empresarial que visa o bem estar do funcionário, permite o rompimento da escolha entre: sonhar, simbolizando a saúde mental aliada às atividades de lazer inseridas na rotina e; sobreviver, demostrando a necessidade intensa, às vezes irracional, do trabalho que pode até causar alienação dando consequência a problemas psicológicos como depressão, ansiedade, entre outros. Portanto, a relação entre a geração Millennials e as startups defende a modernização dos serviços, tal que o processo, sendo eficiente e saudável, é tão importante quanto o resultado.