Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

A busca por empresas que tenham um vínculo colaborativo com seus funcionários e que seja possível uma flexibilidade laboral, as chamadas startups, fazem com que seus idealizadores, assim como seus empregados, tenham um característica em comum: a presença dominante dos Millennials.

A também chamada geração Y, tendo como identidade a familiarização com a tecnologia e a reinterpretação dos ensinamentos de seus antecessores, representa metade da força de trabalho atual no Brasil. O entendimento da fluidez da sociedade gera a não aceitação de valores tradicionais de trabalho, família e de socialização propriamente dita, culminando com um pensamento crítico e analítico acerca das relações inter-gerações existentes.

As startups, com um ambiente de trabalho diferenciado do modelo tradicional, tendo em vista seus criadores sendo pertencentes aos Millennials, de maneira geral, tendem a gerar facilidades como, por exemplo: aplicativos de delivery e comunicação interpessoal, unindo o humano à tecnologia, de maneira acessível para usuários pertencentes a diferentes linhagens sociais.

Em detrimento dos argumentos supracitados, o estímulo ao pensamento crítico, tipico da geração Y, deve ser feito por parte das instituições sociais como família e escola, além de investimentos nas infraestruturas municipais e estaduais, tendo como objetivo o desenvolvimento de indivíduos capazes de pensar e agir de maneira racional e humana.