Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Caracterizado pela constante inovação dos meios de tecnologia e informação, o mundo atual passa a deixar de lado as relações de trabalho tradicionais e corporativistas. Em seu lugar, evidencia-se a construção de um novo sistema de atividades mais flexível e com maior produtividade consequente da valorização do funcionário.

Nesse cenário, destaca-se o empreendimento da geração dos Millenials em ambientes de maior liberdade de pensamento e participação na empresa, buscando solucionar problemas de forma inteligível. Devido à sua familiaridade com a tecnologia, os colaboradores se desdobram para atender as necessidades de seu público aliando suas idéias à praticidade do meio digital. Esses fatores tornam o ambiente de uma startup mais atrativo para esses candidatos que buscam rotinas de destaque ao individual, com melhores salários, condições menos rígidas e ampla participação nas medidas tomadas pela companhia.

Um exemplo da eficiência dessas instituições é a Uber, que presta serviços de qualidade reconhecida mundialmente com alta modernização e disposição ao cliente. Além de dominar o serviço de transporte privado urbano, esta passou a atender pedidos de delivery de compras e alimentos, aumentando sua área de serviço e oferecendo maior número de opções ao seus usuários. Com a atual pandemia do coronavírus, a disponibilidade dessas atividades vem facilitando a vida da população, atendendo às suas necessidades na segurança e conforto de seus lares. Além da Uber, podem ser citadas também a Google e o Facebook, que constantemente atualizam seus padrões para maior conectividade com o mercado e seu público.

A operação dessas empresas flexíveis, muitas vezes constituídas pela geração do milênio, é, portanto, uma prévia de um futuro integrado por prestadoras de serviço se dispondo cada vez mais aos seus contratantes, oferecendo, consequentemente, uma performance de maior qualidade.