Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Ascenção tecnológica e um mundo mais conectado é o que diferencia os apelidados “millennials” das gerações passadas. Esses jovens, que compõem a maior parte da população brasileira, começaram sua vida acadêmica ou trabalhista no início do século, justo no crescimento exponencial da tecnologia mundial, tornando-os extremamente interligados com o mundo exterior e com enorme necessidade de renovação a todo instante. Isso posto, evidencia o ímpeto jovial na construção de uma sociedade mais revolucionária e socialmente ativa.

Sendo assim, explicita-se que a chamada geração Y, possui a maior vontade de inovar o âmbito social o qual ela está submetida, surgindo assim,  iniciativas independentes com ideais inovadores, as chamadas “startups”. Porém, muitas vezes, não se tem o incentivo necessário para correr o risco, visto que, assume-se uma posição complicada ao investir em ideias novas, por isso, é preciso um encorajamento estatal para gerar um conforto para os millennials brasileiros.

Em vista disso, falta o estimulo para aqueles que serão o futuro de uma nação, podendo fortalecer o mercado interno com seus pensamentos e gerar uma visão de enaltecimento para com o país canarinho. Desse modo, é inegável a carência de políticas públicas com o intuito de ajudar as startups brasileiras, criando assim, um possível cenário defasado de tecnologia e composto apenas de empresas tradicionais e ultrapassadas, freando o avanço tecnológico tupiniquim.

Conclui-se que, essa esfera tradicionalista precisa de mudanças, que por sua vez, seriam realizadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações em associação com o Estado. Esses órgãos estatais, buscariam promover uma parceria de investimentos com essas iniciativas independentes, a fim de impulsionar o avanço tecnológico gerado pelo país, posto que, os jovens envolvidos no projeto estariam mais seguros e confiantes com o apoio governamental proporcionado.