Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 21/06/2020
Segundo o empresário e magnata americano Steve Jobs: “A inovação distingue um líder de um seguidor”. No advento da atualidade, pode-se relacionar a necessidade de inovação com as empresas iniciantes, que apresentam modelo de negócios e soluções diferenciadas para os mais diversos impasses da sociedade consumidora. Ademais, a geração Y contempla profissionais em formação que buscam por condições de empregabilidade modernas e díspares das tradicionais grandes companhias. Portanto, a presença de startups é fundamental para o desenvolvimento de um corpo social sólido economicamente e que apresente progresso diante das exigências de seus colaboradores.
De início, é possível destacar que as empresas jovens conquistaram seu ambiente na era da competição por lucro e notoriedade do universo capitalista devido a sua manutenção com custos baixos, e capacidade de evolução rápidos; dessa maneira, atraindo especialistas que almejam representatividade no grupo de decisões do negócio. Assim, os trabalhos flexíveis procurados pela geração de Millennials podem ser encontrados nas diversas startups, sejam elas de aprimoramento ou elaboração de serviços e produtos. Também, essas empresas apresentam bons exemplos para investimentos, segundo dados do Portal de notícias G1(15/01/2020), o Brasil vê startups alcançarem a marca de 1 bilhão de dólares, e com possibilidade de aumento econômico provido de investimentos no setor.
Entretanto, ainda existem desafios a serem contornados pelas empresas aspirantes, como a permanência em locais menores até o momento de sua ascensão, bem como a valorização de seus serviços se esses forem considerados necessários ao consumidor. Porém, ao estabelecer uma competição com negócios similares ao seu ramo, as startups provocam impactos negativos no que tange às empresas tradicionais, visto que podem ser sustentadas sem grandes quantias de capital.
Infere-se portanto que, com a grande presença da geração de Millennials na economia das nações, é prioritária a valorização de empresas inovadoras que consolidam suas principais opções de trabalho. Dessa forma, o Ministério da Economia em parceria com associações de empresas de cada cidade, podem realizar investimentos de maneira a garantir a existência de startups - essas não apenas virtuais - possibilitando uma atuação satisfatória da geração Y na economia; através da injeção de capital e divulgação dos serviços por elas realizados, em anúncios feitos por meio da rede aberta televisiva, em rede nacional.