Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Acostumados com a velocidade da internet, a geração Z, que corresponde aos nascidos entre os anos 80 e o começo do século XXI, tem o desejo de que tudo aconteça mais rápido, principalmente na área de trabalho. De acordo com o fundador de duas startups, Clayton, a startup pode chegar a crescer em um ano, o que numa empresa convencional, levaria 10 anos. A agilidade de crescimento juntamente com o bem estar que a área de trabalho apresenta, faz com que os Millennials se sintam muito atraídos por startups.

Uma pesquisa da plataforma digital Relevo, apontou que no Brasil os Millennials empreenderam 94% mais do que profissionais de outras gerações. O Nubank, uma startup brasileira de cartões de crédito, por conta de não ter muita burocracia, com simplicidade e agilidade, se tornou a maior startup no Brasil de acordo com a rede social Linkedin. Porém vemos essas empresas principalmente os grandes centros urbanos como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, tendo assim uma centralização nas capitais.

Pensar um espaço voltado para os funcionários recarregar a energia, principalmente após o almoço, já é uma realidade em muitas startups. Ambientes aconchegantes e planejados, que contam com equipamentos, a exemplo de videogames, auxiliam no relaxamento e consequentemente tornam o ambiente de trabalho mais prazeroso. O trabalho deve gerar felicidade, para podermos produzir, fazer o trabalho com este sentimento, de felicidade.

Grandes empresas e startups devem fundar franquias em cidades menores, para crescimento de vagas de emprego, e descentralização das capitais. Já as empresas convencionais podem investir em áreas de convivências para garantir a saúde física e mental de seus funcionários.