Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Atualmente no cenário trabalhista que está sendo apresentado no país, a nova forma de se procurar um trabalho ou ter-se algum é envolvido com alguma empresa emergente, ou startup, em que o seu objetivo é desenvolver uma ideia inovadora voltado para um modelo de negócios. A principal mão de obra que trabalha nesse tipo de serviço, são pessoas da Geração Y, a qual é conhecida pelo gasto frenético e inovações trabalhistas. Em tal quadro sendo cada vez mais explorado pelas pessoas, é necessário que haja um controle sobre o número de trabalhadores que adentrem esse tipo de serviço e a noção dos riscos que se tem envolta de tal função.

É mister, que empreendedores de uma startup bem sucedida conseguem adquirir uma quantia de dinheiro consideravelmente alta, entretanto é ignorância o achismo que dentre várias empresas, todas terão um sucesso de alta rentabilidade, pelo simples fator de competição que se existe entre cada uma delas. Exemplos de tais marcas são Instagram e WhatsApp, onde se é vendido para uma empresa maior os serviços que tal empenha por um determinado valor, após tal venda, é criado outra marca ou utensilio que é para se “fazer sucesso” e ser vendido, tornando-se um ciclo interminável.

Contudo, há um lado negativo ao próprio Estado os trabalhadores irem ao lado de empresas startups, que é a fonte de renda para o pais, ou trabalho com carteira assinada, em que tal garante a aposentadoria. Porém com a geração do milênio, que são a atual base trabalhista, indo para este caminho, a taxa de pessoas que trabalha para sustentar o pais fecha em torno de 50% , que mostra 1 pessoa trabalhando ao estado dentre 2, e tal número voltado para um país é uma situação de suma preocupação, em que sem as contas fechando indicaria uma crise e o Brasil entraria num ciclo de crises por causa de trabalho sem fim.

Afim de não ter uma situação como esta acontecendo no país, é necessário que o Estado cumpra o seu papel de redefinir as leis trabalhistas, auxiliando trabalhadores á terem uma vantagem ou equivalência sobre os startupers. Com tal ajuste, será possível trazer pessoas a trabalhar em funções que entram nas leis trabalhistas e por consequência contribuem para as contas públicas e ganham a vantagem de aposentadoria. Portanto, deve-se priorizar o controle de pessoas envolvendo-se em negócios relacionados a empresas emergentes para que tal não seja a falência da ecônomia.