Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

Desde que a inovação tecnológica e cultural adentrou o mercado, é perceptível uma grande mudança no padrão do trabalhador moderno. A maioria dos trabalhadores atuais, entre 24 e 40 anos, têm uma percepção diferente do mercado de trabalho e de sua carreira. Evidenciando assim que a tecnologia ajudou o proletariado mais jovem a flexibilizar seus pensamentos e sua trajetória no ramo do trabalho.

A datar da introdução das startups, tudo só contribuiu para a geração de Millennials adentrar ainda mais na esfera débil do mercado. Hoje, ver empreendedores que trabalham em casa, influenciadores que trabalham com internet e grandes tecnologias serem reconhecidas mundialmente em segundos é muito mais comum do que se esperava. E mais comuns ainda são os novos ambientes corporativos, com a diminuição da necessidade de vestimenta formal, horários de trabalho fluidos e diferenças entre o ambiente antigo.

A geração antiga, conhecida como geração X, ainda um pouco presa aos conceitos de trabalho antigo, coloca os Millennials como pessoas irresponsáveis que não gostam de trabalhar de verdade. É aqui que está o grande equívoco, a geração Millennials não trabalha menos ou com menos qualidade, contrapondo o pensamento provecto, esse grupo trabalha mais e muitas vezes de forma suprema porém de uma forma mais rápida e facilitada.  A julgar o debate entre o avanço da tecnologia para o trabalho e a colocação de pessoas cada vez mais jovens no mercado, temos uma comparação entre o modelo antigo de mercado e o novo. Anteriormente, era exigido alto nível de formação acadêmica para gerenciar algo ou gerar muito dinheiro, atualmente há tudo a mão. Na contemporaneidade, cada vez mais cedo os jovens fazem dinheiro sem nenhum tipo de formação. O que faz que cada vez mais os jovens multipliquem sua atração pelo modelo startup.