Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 21/06/2020

No início da última década, iniciou-se a chamada Quarta Revolução Industrial, marcada por intenso aprimoramento de tecnologias e novas relações de trabalho. Aliada a isso, um novo tipo de empresa emergiu: a startup, cuja função é aprimorar um negócio específico, focando na necessidade de um grupo alvo. A geração Y (comumente conhecida como “millenials”) está estritamente relacionada a essa proposta revolucionária. Contudo, muitas startups não conquistam o espaço devido e quebram precocemente sem apoio financeiro.

Consoante ao Itaú BBA, os “millenials” (membros da geração que nasceu entre os anos 1979 e 1995) representam 50% da força de trabalho brasileira. Sua íntima relação com a tecnologia possibilitou o alavancamento de startups que de fato apresentam soluções que até então eram incógnitas para as antigas gerações. Todavia, seu método de trabalho mais flexível e casual acaba taxado de irresponsável e incapaz de atender às demandas mais específicas da população.

Destarte, a geração Y defende ambientes de trabalho mais acolhedores, mas principalmente que sejam desenvolvedores de relações éticas e defensoras da sustentabilidade. Em um mundo marcado por locais de trabalho excludentes, com descaso à saúde mental e a produtos ecológicos, faz-se essencial a defesa desse revolucionário método capaz de abrigar as necessidades do ser humano.

Logo, urge a defesa desse negócio contemporâneo. O Ministério da Economia, junto com os meios midiáticos, deve propor palestras e distribuir panfletos que expliquem o funcionamento das startups e influencie novas mentes a adentrar esse caminho.