Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 24/06/2020

Uma nova geração representa uma nova sociedade, e com ela muitas transformações, tanto sociais quanto econômicas. Um acontecimento, digno de destaque, relacionado diretamente com essa “quebra de barreiras” das gerações anteriores foi a chamada, “Bolha da Internet”.

No entanto, para explica-la, é preciso conhecê-la. Com o intenso crescimento econômico dos EUA, começaram a surgir na década de 1990, contemporânea a uma geração denominada Millennials, muitas empresas baseadas em negócios da internet começaram a surgir, com propostas de lucro rápido e fácil, o que fez muitos jovens, e adultos, deixarem seus empregos fixos e estáveis, para “cair de cabeça"nessa nova modalidade, por meio da compra de ações.

Entretanto, com essa intensa migração de trabalhadores para esse novo panorama/mercado houve, consequentemente, uma intensa tragédia, quando as tão desejadas ações começaram a cair, e em pouco tempo quase todas as tais empresas foram à falência, instaurando um caos.

Atualmente, o mundo está trabalhando cada vez mais para uma nova “bolha econômica”: com as chamadas “startups”, que cada vez mais estão agradando e “seduzindo” a geração Millenials, que busca principalmente romper com os tradicionais estilos de vida e de trabalho.Que são empresas/companhias jovens que estão em busca de atividades inovadora no mercado, são modelos de negócios que possuem um baixo custo de início, mas para que sobrevivam precisam possuir um grande números de clientes e conseguir gerar lucro de maneira rápida, entre elas estão: Amazon, Apple, Airbnb, Spotify ou Uber.

No entanto, mesmo contribuindo economicamente e gerando muitos empregos, quase 50% da população mundial, segundo uma pesquisa da Fundação Kaulffman, ela é extremamente instável, ou seja, pode acarretar em diversos problemas para os trabalhadores como, quase 90% das startups não dão certo, inicialmente possuem uma grande falta de recursos e possuem uma intensa probabilidade de baixo salário, tais problemas contradizem diretamente com suas principais vantagens.

Diante disso, faz-se necessário, que as próprias empresas nesse ramo salientem as verdadeiras dificuldades do emprego e seus direitos trabalhistas aos potenciais funcionários, e que os próprios funcionários busquem e reivindiquem tais direitos, de modo que a relação patrão-funcionário seja saudável e correta perante a lei.