Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 03/07/2020
No filme “A Rede Social” acompanhamos a trajetória de Mark, co-fundador do “Facebook”, uma rede social virtual, criada na década de 2000 um momento marcado pelo estopim da relação da geração Y com as “startups”, o filme retrata de forma verdadeira esse relacionamento, pois Mark é o tipico representante da geração de “Millennials”, que são pessoas nascidas entre os anos de 1979 e 1995, e a sua corporação é o exemplo de uma clássica “startup”, um ambiente de trabalho orgânico que é composto por trabalhadores criativos, tecnológicos, e inovadores. Em síntese, o atual e o futuro mercado de trabalho estão conectados a geração Y e as ‘‘startups’’, então, o debate sobre esse assunto faz-se necessário, para o entendimento da interferência que essa relação causa no mercado atual e também sobre a inclusão de outras gerações nesse período empresarial.
Primeiramente, vale ressaltar que nós estamos vivenciando a 4ª Revolução Industrial, e os “protagonistas” desse momento são pessoas pertencentes a geração Y, isso porque o ápice das transformações no setor industrial, tecnológico, e mercantil estão acontecendo nessa década, e quem atua de forma ativa é a geração de “Millenials”, já que representam 50% da população economicamente ativa, segundo pesquisas do jornal G1. Faz-se, mister, ainda, salientar que as “startups” são um reflexo da geração atual, pois refletem os ideais que os jovens adultos defendem, um ambiente de trabalho sem hierarquia, em que todos são importantes e equivalentes, como exemplifica a empresa “Just Approve”, fundada pelo administrador Leonardo Picon, no auge dos seus 18 anos, uma “startup” brasileira que vem crescendo cada vez mais, portanto, demonstra que esse tipo de empresa é o futuro do mercado brasileiro e também do internacional.
Outro fator imprescindível no contexto atual é a inclusão empresarial das gerações anteriores a Y, que são as gerações de “baby bomers” e a X, indivíduos muitas vezes excluídos pela geração atual, por serem serem considerados incapazes de acompanhar a tecnologia moderna, o que não condiz com a realidade, como exemplifica o filme “Um senhor estagiário”, em que Ben, um aposentado, ingressa na “startup” de Jules, observamos que toda a empresa, no início da história, duvida que Ben consiga se adaptar, por ser um idoso, o que é deslegitimado quando Ben adquire o cargo de conselheiro da empresa. Ademais, conclui-se que todas as gerações possuem importância nas atuais empresas.
Infere-se, portanto, que é necessário o debate sobre as “startups” e a geração “Millenals”. Desse modo, o Ministro da Economia deve propor palestras publicas, como o debate sobre a interferência da geração Y na economia e o surgimento das “startups”. Essa pratica poderá ser auxiliada por meio de especialistas sobre o assunto a fim de evitar a ignorância econômica sobre o atual momento.