Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 08/07/2020

Mark Zuckerberg, nascido em 1984, é o criador da rede social “Facebook”. Essa plataforma, fundada por um Millenial, revolucionou as formas de se comunicar com qualquer sujeito, fato que caracteriza-a como uma startup. Diante disso, evidencia-se a relevância da participação dessa geração em inovações; todavia, o ramo educacional não está preparado para isso, o que torna preciso um debate a respeito.

Ante o exposto, vale destacar a necessidade dessas startups no século XXI. Conforme o decorrer da Quarta Revolução Industrial e o advento da tecnologia, ocorrem mudanças no cotidiano das pessoas. Essa realidade demanda novos serviços, fato que remete ao envolvimento da geração Y (Millenials) na criação deles, relação essa que é crucial para a modernização de vários âmbitos. Como exemplo disso, têm-se o Daniel Ek e sua plataforma, “Spotify”, que busca facilitar o acesso à cultura musical. Isso demonstra como esse grupo social consegue revolucionar os variados setores da vida humana.

Contudo, existem alguns impasses na educação que dificultam o surgimento das startups. Nessa visão, nota-se a estrutura da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que não prevê o ensino obrigatório de matérias como empreendedorismo, finanças ou linguagem de programação. Tal panorama é preocupante, dado que a carência dessas disciplinas complicam a administração e criação de novas empresas, onlines ou físicas. Por conseguinte, vários Millenials não optam pelo investimento em inovações, seja pela desinformação acerca do assunto, seja pela falta de contato e estranhamento com esse cenário.

Portanto, percebe-se que esse contexto precisa de medidas que solucionem-o. Para isso, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável pela gestão do ensino brasileiro, promover a relação entre a geração Y e as startups, pela implementação, na BNCC, das disciplinas anteriormente citadas, a fim de garantir a modernização de diversos ramos da sociedade. Assim, será honrado o “progresso” da bandeira nacional.