Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 27/07/2020

O Renascimento inaugurou a chegada da Idade Moderna. Esse movimento caracteriza-se por colocar o ser humano no centro das decisões. Sob esse ponto de vista, os millennials aparentam trazer consigo os ideais renascentistas para seu estilo de vida. Nesse sentido, em um mundo cada vez mais globalizado, a revolução científica pode mudar as relações de trabalho, promovendo maior liberdade e flexibilidade às corporações.

Em primeira análise, é evidente que a geração Y, prefere atuar em ambientes socialmente mais modernos. Sem dúvida, a intensa onda de globalização inaugurou novas formas e opções no mercado de trabalho, rompendo hierarquias e conformando ambientes agradáveis. Certamente, os startups elucidam esse processo, atraindo para si a maior parte dos jovens com grandes talentos.

Além disso, o livro Homo Deus, de Yuval Harari, discorre sobre a revolução científica que poderá substituir as habilidades do Homo sapiens. Nesse sentido, haveria a troca de diversos profissionais por máquinas, propiciando ao ser humano trabalho menos repetitivos e monótonos. Assim, atividades mais atrativas, estimulantes e agradáveis preencheriam o cotidiano de nossa espécie.

Desse modo, nota-se que muito brevemente a geração do milênio atuara exclusivamente em empresas que lhe proporcionem bem estar e flexibilidade. Por isso, o mundo corporativo deve se adequar as necessidades contemporâneas, adaptando as relações e seus ambientes de trabalho a nova realidade. Dessa maneira, poder-se-ia melhorar a qualidade de vida e aceitar gradualmente a revolução científica sem grandes impactos.