Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 25/08/2020
No século 18, foi reestruturado o desenvolvimento citadino através da Revolução Industrial. No atual ciclo, existem vertentes do mercado que desempenham congênere função capitalista. As “startups”, desenvolvidas pela geração “Millenials”, possuem um sistema tecnológico tão perspicaz, que poderia ser utilizado de forma engenhosa na gestão do país. Todavia, esse mecanismo é ignorado pelos líderes estatais, que continuam mantendo artifícios ultrapassados, disfuncionais à nova era globalizada.
Primeiramente, de acordo com o site Record TV, o grupo Millenials, solucionou estratagemas nacionais predecessores pouco eficazes, com a digitalização de força-tarefa e criação de ferramentas cibernéticas. Sob esta ótica, é evidente a ascensão “high-tech” nos polos transacionais, e a prontidão que proporcionou melhores saldos públicos, elevando o padrão de vida brasileiro. Não obstante, essa tecnologia é aplicada, somente, em operações de compra e venda, evidenciando, o desaproveitamento do aparato.
Ademais, Renato Russo, grande compositor e influenciador brasileiro dos anos 80, acreditava que os jovens mudariam o país futuramente, ao declarar na música Geração Coca-Cola: “Somos os filhos da revolução; Somos o futuro da nação”. Entretanto, observa-se no cenário político atual, a prevalência da geração antecessora aos Millenials e à geração Z. Logo, a falta de representatividade imberbe no poder, desfavorece a inserção de políticas modernas, tendo em vista que a nova geração domina a tecnologia sagazmente e investe em inovações.
Em síntese, a inteligência das startups, da quarta era tecnológica, é importante na realização de questões públicas, embora não seja empregue para isso no Brasil. Portanto, com o fito de efetivar o uso dessa engenharia e a participação das novas gerações, a Agência Nacional do Cinema, deve, por meio de comerciais televisivos, incentivar a ação juvenil na administração do país, e o Ministério de Educação tem o papel de inserir pedagogia política nas escolas. Outrossim, disse Mark Zuckerberg, criador do Facebook: “Em um mundo que mudanças estão ocorrendo rapidamente, a única estratégia que terá garantia de fracasso é a de não correr riscos.”