Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 12/01/2021
O sociólogo alemão Jurgen Habermas já comentava de a sociedade ser vítima das críticas às suas próprias tradições, atualmente não é diferente. Nesse viés, os startups são formas de trabalho que chamam a atenção de millennials devido ao reflexo da crítica a forma de trabalhar empregada tradicionalmente que não gera uma satisfação integral do operariado. Além disso, os avanços na industrialização impulsionam revoluções na vida-laboral atual, então, essa geração do milênio opta por esse modo moderno adquirir sustento.
Em primeira análise, a população na atualidade, está preocupada não somente no poder aquisitivo que a sua procissão possa oferecer, mas, também, pela qualidade de vida atrelada à próprias, visto que os startups são alternativas de corporações que auxiliam na conjuntura de bem estar físico, mental e social de seus colaboradores. Desse modo, uma pesquisa do Itaú BBA mostrou o número de assalariados que fazem parte da geração millennials pode alcançar os 70%. Portanto, a maneira de trabalhar com satisfação das necessidades gerais é de interesse crescente dessa geração.
Outrossim, com as Revoluções Industriais, observa-se o desenvolvimento de modelos de produção, como o fordismo e mais adiante, para melhorar o primeiro, o toyotismo. Com isso, a Geografia aposta em uma nova revolução vigente e, com ela, um novo modelo de produção, uma vez que os novos modelos de produção surgem para minimizar as críticas aos obsoletos. Dessa forma, os startups atende a tendência das mudanças do mercado de trabalho e agradam a geração do minênio.
Como o supramencionado afirma, a mão e obra que exige um mercado de trabalho mais voltado para a humanização do trabalhador é notória. Logo, o Ministério do Trabalho em parceria com as empresas que desejam adotar esse modelo laboral de proporcionar cursos que ajudam a preparar o trabalhador à essa nova realidade vigente, isso será feito com a verba de imposto específico para o custeio do curso, por meio do Sindicato dos Trabalhadores de cada localidade, a fim de aprimorar as tradições e diminuir as críticas, como Habermas acredita que a sociedade está sujeita.