Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 23/06/2021

O conceito de startup pode ser definido como um grupo de pessoas iniciando uma empresa, trabalhando com uma ideia revolucionária, escalável e em condições de extrema incerteza. Nesse ínterim, os “Millennials” - geração das pessoas nacidas entre 1980 e 2000 - tendem a buscar esse tipo de negócio, devido à fuga dos modelos empresiriais conservadores. Apesar dessa inclinação, essas pessoas enfrentam algumas incertezas nessa busca, porque, geralmente, para os empregados, não há um plano de carreira bem definido e, para os empreendedores, há muita burocracia nos processos da empresa. Portanto, é pertinete a análise da nuance, bem como possíveis intervenções.

Primeiramente, a geração Y tem uma grande problemática a enfrentar na decisão de ingressar em uma startp, pois há uma grande incerteza quanto ao sucesso da ideia, bem como, majoritariamente, não há um plano de carreira bem definido. No entanto, no Brasil, há  a necessidade de combater-se o desemprego. Nesse viés, dados do Sebrae revelam a substancialidade do empreendedorismo - sobretudo de pequenos negócios - na geração de trabalhos: em 2019, 80% dos empregos gerados foram provenientes de pequenas empresas. Dessa forma, deve haver um auxílio do Estado a esses empregados de startups para que o empreendedorismo seja fomentado no país e, consequentemente, o índice de desemprego diminua.

Outrossim, a burocracia é outro entrave na propagação das startups. De acordo com o site empreendedor.com.br, o Brasil é um país extremamente burocrático, o que cria um empecilho para a gração de renda no país, haja vista que as empresas contribuem nesse aspecto. Nesse contexto, a falta de flexibilidade impede que muitas ideias inovadoras dos “Millennials”  virem negócios rentáveis e lucrativos tanto para o dono, como para a sociedade como um todo. Ora, se o governo, mesmo tendo consciência da importância das empresas para a manutenção de uma economia saudável, não age perante a situação, tem-se uma justificativa para difersas questões sociais, como desemprego e pobreza. Logo, tal conjuntura social não deve permanecer.

Dessarte, para que haja uma reconfiguração do panorama supracitado, medidas interventoras devem ser tomadas. Então, convém que o poder público simplifique a legislação para a abertura e encerramento de empreendimentos e startups, por meio da alterção, por parte do poder Legislaivo, das leis vigentes, com o fito de fomentar o empreendedorismo no Brasil, visto que essa atividade tem grande importância na situação econômica do país. Ademais, o mesmo agente interventor deve auxilar os empregados de startups, por meio da disponibilização de uma quantia dígna para sobrevivência caso a empresa em que o indivíduo trabalha falha. Finalmente, haverá uma sociedade mais abundante.