Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 15/02/2021
Os millennials, também conhecidos como geração Y, são os nascidos entre o período da década de 80 até o começo dos anos 2000. Esse grupo presenciou a revolução da Internet. Sobre esse, recai os conflitos entre as gerações no trabalho e os trantornos mentais como a síndrome de Burnout. Essa categoria possui a reputação de que são voláteis nas empresas, querem alcançar cargos e salários altos rápido demais e quando não alcançam, abandonam a companhia para buscar oportunidades que julgam melhores. Assim, devido a essa mudança, surgiram as chamadas startups.
Outrossim, segundo uma pesquisa feita pela Amcham Brasil, atualmente, 75% das empresas enfrentam problemas relativos ao embate de gerações no trabalho. Mas, prevenir esses conflitos só seria possível se as empresas optassem por contratar profissionais de apenas uma geração, o que seria prejudicial para os negócios, uma vez que todas as gerações tem suas qualidades e importância para os processos de forma geral.
Ademais, de acordo com dados trazidos pela pesquisa da Mind Share Partners, Qualtrics and SAP, 50% da geração Y, já deixaram os empregos por questões que envolvem sua saúde mental, tais como depressão e síndrome de Burnout. Além disso, uma pesquisa divulgada pela Yellow Brick Program, por exemplo, aponta que cerca de 90% dos profissionais dessa geração já passaram por algum tipo de burnout e 75% estão mentalmente exaustos. A grande exposição a uma gama de informações diariamente, o excesso no uso de tecnologia e as redes sociais também contribuem para o esgotamento, pois a competitividade gerada pelo melhor status e números de likes aumenta o desgaste mental.
Logo, fica claro que os conflitos de gerações não traz benefícios para os envolvidos. Dessa forma, surgiram as startups, que pregam o respeito, a harmonia entre as gerações e a flexibilidade, pois todos podem contribuir para uma sociedade mais tolerante e um ambiente melhor para todos viverem. Além disso, o Ministério do Trabalho deve fiscalizar os horários de trabalho das empresas e se estão de acordo com as leis traballhistas.