Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 18/02/2022
É notório que com a chegada de novas gerações, o conservadorismo deixa de ser bem visto e o liberal se torna mais requisitado. Isto em todos os âmbitos; seja amoroso, comercial ou social, destacando o fato de que os jovens têm deixado de lado o antigo desejo de acumular bens, para dar palco à questões como: saúde mental, boas relações, flexibilidade e equílibro em todos os quesitos de suas vidas.
Certamente a evolução da sociedade como um todo requer novos métodos e tecnologias na esfera trabalhista, e trazendo todas as inovações necessárias, as famosas “Startups” se destacam no mercado de trabalho quando citamos os millennials e sua sucessora, a geração z. Em pleno século 22, leis trabalhistas extravagantes e com tamanha rigidez não são o desejado. Acordos fléxiveis e um ambiente agradável é tudo o que tem ganhado popularidade nas últimas décadas.
A partir disso, podemos evidenciar que mentes jovens e criativas encontram nesse novo modelo de empreendimento, a chance de explorar suas capacidades e crescer no mercado de trabalho, mantendo um bom relacionamento entre empresa e empregado e seu bem-estar acima de qualquer interesse salarial.
Portanto, é da competência do Ministério do Trabalho junto do Congresso Nacional, contribuir para a flexibilização trabalhista, permitindo a negociação individual entre empregador e funcionário, e assim, diminuindo significativamente a interferência das entidades superiores, de forma que o contrato seja favorável e vantajoso para ambos os lados, como já é feito nos EUA.