Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 07/03/2022

O que motiva uma inovação? É o que eu, um talvez garoto médio, deveria me perguntar? Talvez o controle próprio ou a capacidade de estabelecer ocasionalmente a instabilidade. Se imagine que há muito tempo, qualquer pessoa, desde a mais baixa a mais alta, procura conforto e estabelecimento de mentalidade, mesmo que indiretamente. Talvez um dos maiores picos de “criatividade exposta” em minha consideração, seja em ponta do século 19, onde houveram grandes inovações tecnológicas. A internet, com a criação do WWW, o suposto navegador pai, escalando, anos depois, uma grotesca concorrência entre segurança e privacidade, potencializando conflitos jurídicos e comunidades enormes. Também, facilitando a comunicação e, consequentemente, os meios de informação, chegando ao ponto de haverem constantes discussões sobre credibilidade informacional. Subculturas, ou subcomunidades, envolvendo os mais diversos membros e assuntos, onde quebram a “mentalidade média” (talvez envolvendo políticas ou ideologias). A comunidade artística foi uma delas, mais especificamente a de animes. Hoje em dia, o tipo de arte mais comum são os mangás. Seja breve, essa “mentalidade liberal” é extremamente comprável. Conseguir transformar a ficção em uma rede grandérima de possibilidades e interação, a tornando “encaixável” ao seu suposto mundo é confortante. Porém, mesmo com seu conforto, aparentemente, a comunidade espera, de qualquer membro, conseguir separar realidade e ficção, já que, teoricamente, a exposição direta desenvolve uma mentalidade corruptível. Talvez nada se tema antes de sair do papel. Enfim, com essa mídia tão popular, vários artistas botaram a mão, ou seja, se aproveitaram do estilo. Artistas jovens trabalhando em um conteúdo tipicamente jovem. Conveniente, não? Mesmo soando arriscado, pois dependem inteiramente de suas técnicas, não de qualquer qualificação, estúdios, sempre em cima do muro, compram suas ideias ou, até mesmo, contratam os próprios, cavando por novos marcos