Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 30/09/2022
A geração Y ou de Millennials , são pessoas nascidas entre os anos 1980 à 1995, que apresentam características advindas do avanço tecnológico e da luta pela democracia, sendo elas a valorização da flexibilidade e liberdade. Tais aspectos impactaram no mercado de trabalho, sucedendo no surgimento das startups, que são empresas que adotam táticas de tolerância e igualdade. Desse modo, nota-se que a inovação tecnológica e as lutas igualitárias são fatores determinantes para o debate sobre a relação entre a geração supraticatada e as startups.
Em primeira análise, o avanço tecnológico é um fator que atua sobre o tema em questão. De acordo com a teoria do “Fato Social”, desenvolvida pelo sociólogo Émile Durkheim, os acontecimentos exteriores ao indivíduo influenciam sua perspectiva em relação ao mundo. Essa tese reafirma que a inteligência digital afeta o modo de vida desse grupo de pessoas, dado que, houve o surgimento da atração pela informação, inovação e flexibilização. Em razão desses interesses, ocorreu o crescimento das startups, posto que esse modelo de empresa, em sua maioria voltada para o ramo da tecnologia, aposta na criatividade e possibilita maior chance de crescimento profissional.
Outrossim, as lutas igualitárias são aspectos que impactam o debate em foco. Analogamente a teoria do “fato social” de Durkheim, já citado anteriormente, o combate a desigualdade que se desdobrava no mesmo período dessa geração incentivou um sentimento de enaltecimento da ética e bem-estar, ou seja, o “millennials” é movido por seus propósitos e valores. À vista disso, as startups se destacaram novamente, posto que esses negócios adotam um sistema flexível, no qual o indivíduo é capaz de equilibrar a vida pessoal e profissional, e aplicam soluções éticas aos problemas a serem resolvidos.
Portanto, o contexto histórico atua de forma determinante na relação entre a geração Y e as startups. Desse modo, o Governo Federal deve promover maiores investimentos em projetos que investem nesse novo modelo de mercado, com o objetivo de incentivar a produtividade desses jovens e sua inserção no mercado de trabalho, por meio de privatizações de estatais de baixa funcionalidade à população.