Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 30/01/2023

A geração de “millenials”, integrada por pessoas nascidas entre 1980 e o fim do Século XX, possui o diferencial de ser a primeira a dominadora da tecnologia, além de demarcar preferência pelo modo de trabalho das “startups”. Essa relação é positiva, pois, possibilita o aumento da riqueza da nação ao promover avanços em direção à fronteira tecnológica, que consequentemente reverbera em direitos.

Nesse sentido, é fundamental ressaltar que o desenvolvimento da complexidade econômica nacional é diretamente relacionado ao crescimento da renda. Para Paulo Gala, tal fato se dá em razão de que, a partir do surgimento de instrumentos laborais modernos, como inteligência artificial e “softwares”, aumenta-se a produtividade do trabalho. Dessa maneira, ao conciliar os potenciais da novíssima geração a capacidade das “startups” de gerar inovação, cria-se um ambiente favorável ao recrudescimento da pátria. Assim, faz-se necessário a aplicação de políticas afirmativas que suscitem o aproveitamento dessa ocasião.

Além disso, esses recursos gerados pela conciliação entre esses dois elementos, os “millenials” e as “startups”, gera acréscimos nas receitas do governo, que pode reinvestir esse dinheiro em áreas como saúde e educação. De acordo com Theodore Schultz, a elevação dos índices dessas áreas também aumenta os econômicos. Nessa lógica, cria-se um sistema que se retroalimenta — o capital gerado é reinvestido, criando-se mais capital —, favorecendo a economia num todo, permitindo, posteriormente, elevação da qualidade de vida. Desse modo, empreende-se essa relação como uma oportunidade essencial para direcionar o Brasil à condição de país desenvolvido.

Diante dos fatos, fica exposto o vínculo saudável entre as “startups” e os “millenials”. Por isso, caberá ao Ministério da Fazenda, responsável executivo pelas atividades econômicas, financiar as “startups” direcionadas aos serviços sofisticados e indústrias de ponta. Isso ocorrerá por meio de bancos de desenvolvimento, como o BNDES, que irá financiar os projetos de alto risco dessas empresas, a fim de aproveitar o potencial econômico dessa geração. Atitudes assim contribuirão positivamente ao país.