Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 15/09/2023

-O lema de origem positivista, “ordem e progresso”, ostentado na Bandeira Nacional, preconiza o desenvolvimento social a partir do científico. Desta maneira, aliando as startups (desenvolvimento científico) à sociedade brasileira, é possível a mitigação problemas sociais como desemprego e até mesmo problemas mentais causados pela pressão do corporativismo (desenvolvimento social). Este panorama, de mazelas sofridas pela classe trabalhadora, infelizmente encontra-se calcada e estruturada na inatividade estatal.

-De início, há de se constatar a imobilidade do Estado como principal mantenedora do crescimento exponencial refreado das startups brasileiras. Nesse sentido encontra-se empresas como Facebook e Snapchat, que valem bilhões de dólares, que, mesmo com parte de sua criação feita por brasileiros, não têm sua sede nem seus lucros direcionados ao Brasil. Assim, o Brasil continua sendo uma exportador; no período colonial, de minério, agora, na república, de mão de obra qualificada. Nesse sentido, Murray Rothbard, economista americano, defende que a classe política, paltada em seus interesses privados, em detrimento do interesse público, toma decisões que garantam o retorno do capital político imediato. Desta maneira, como as startups demorariam para gerar lucros políticos, mesmo com o potencial de solucionar antigos problemas brasileiros, são deixadas em arquivo.

-Ademais, há de se sanar o que falta para as startups serem proeominentes no Brasil. Primeiro nota-se a sua durabilidade (média de 4 anos); segundo, a instabilidade para os funcionários. Constata-se, portanto, que, pelo potencial socioeonômico das startups, é inadmissível que tal situação continue a perdurar.

-Pelo supracitado, destaca-se que o Poder Público, na figura do Ministério da Economia, através de incentivos fiscais e liberação de margem de financiamento com juros baixos, é a solução viável para a estabilização e desenvolvimento das startups brasileiras. Nesse sentido, o desemprego, a fome, os problemas causados pelo corporativismo (desde depressões a tendinite), mercado de trabalho escasso para ciência, dentre outras coisas, poderia ser mitigado (se não solucionado) pelas ditas empresas.