Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/09/2018
Segundo o filósofo Confúcio “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. Nesse contexto, devido ao corte de gastos e descaso de parte dos funcionários (médicos, enfermeiros e atendentes), o Sistema de Saúde Pública no Brasil enfrenta desafios que perduram há anos, sendo cabível de discussão a fim de melhorar e garantir serviços de qualidade.
Em primeiro plano, a saúde pública brasileira é subfinanciada. Com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), foram cortados 40 bilhões anuais do orçamento do Ministério da Saúde, os investimentos se tornaram mínimos. Por consequência, vê-se hospitais carentes de medicamentos, vacinas, com ambientes insalubres, macas insuficientes, que acabam por propiciar o agravamento de doenças e até mesmo a morte de certas pessoas.
Em segundo plano, existe o descaso ou despreparo por parte de alguns funcionários. Pois, vê-se nos jornais a notícia de pessoas mortas, que tiveram doenças agravadas por irresponsabilidade médica. Assim, a indiferença, erros médicos, medicamentos fora do horário e atrasos são erros fatais ocorridos, geralmente, no Brasil.
Portanto, a tomada de medidas são necessárias para a resolução da situação. Desse modo, cabe ao Governo Federal suprir a carência de investimentos do CPMF, liberando e aplicando uma maior parte dos impostos no Sistema de Saúde Pública, a fim de garantir qualidade e acesso àqueles que não podem pagar por um sistema privado. Aliado a isso, o Conselho de Medicina deve criar e implementar uma prova a fim de testar os conhecimentos dos estudante de medicina, sendo a aprovação nesta a única maneira de receber o Cadastro Regional de Medicina (CRM), que garante o exercício da profissão. Por fim, o Ministério Público deve intensificar a fiscalizaçao em hospitais com o objetivo de diminuir os casos de negligência médico-hospitalar. Assim, as falhas serão corrigidas e novos erros serão impedidos.