Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 31/10/2018

O escritor austríaco, Stefan Zweig, afirmou em sua obra literária, do final do século XX, que o Brasil era um país do futuro, o desenvolvimento econômico, tecnológico e social seria o grande progresso do país. Entretanto, a precária condições do sistema de saúde brasileiro, leitos quebrados, corredores lotados e falta de médicos denúncia uma infeliz realidade. Sendo preciso analisar essa problemática.

Primeiramente, é importante ressaltar que a negligência do poder público se mostra como um dos responsáveis pela problemática. Isso se deve pelos baixos investimento do governo na saúde pública, segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil é um dos países que menos investe na saúde pública, apenas quinhentos dólares por pessoa. Tal fato acarreta em sérios dados ao sistema único de saúde ( SUS), bem como estruturas inadequadas, hospitais lotados e falta de profissionais capacitados.

Além disso, nota-se, ainda, que a falta de gestão também é um fotor determinante no agravamento da problemática. Isso porque segundo as leis constitucionais, de 1988, a saúde é um direito de todo cidadão, no entanto, nem todos os cidadãos gozam dessel direito, sobretudo os mais pobres. Um exemplo está em uma recente reportagem, do Jornal nacional, qual mostrou que uma bebê recém-nascida, do Rio de janeiro, morreu pela falta de atendimento. Dessa forma, algo deve ser feito, pois segundo John Locke os direitos sociais não devem ser negados.

Portanto, medidas são necessárias para que o Brasil seja um país do futuro como afirmou Stefan Zweig. Para isso, o Ministério da Saúde em parceria com Poder Legislativo, devem criar leis que priorize os investimentos na saúde pública, por meio de debates e campnhas sobre a temática. Ainda, o MS deve reformar os hospitais, bem como capacitar profissionais. Outrossim, a Secretária de saúde junto com ONGs brasileira devem fiscalizar a gestão dos hospitais públicos, por meio de visitas e acompanha do quadro hospitalar. Espera-se, com isso, que os direitos sociais não seja negados como disse John Locke