Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 30/10/2018
A Constituição Federal de 1988 foi o primeiro documento a colocar o direito à saúde definitivamente no ordenamento jurídico brasileiro. Diante disso, passa a ser um direito do cidadão e um dever do estado. O atual modelo de gestão ainda é deficitário, sendo acarretado pela distribuição desigual de recursos e investimentos em hospitais públicos. Em virtude disso, nota-se que a saúde pública não é tratada com prioridade.
Primeiramente, é importante analisar que, após o ano de 2015, o Brasil passou por uma crise econômica que acabou acarretando o corte de gastos e investimentos na área da saúde. De acordo com o site G1, o estado do Mato Grosso reduziu a distribuição gratuita de alguns medicamentos utilizados no tratamento de doenças crônicas. Consequentemente, ocasionando transtornos para o tratamento dos pacientes.
Ademais, os casos de corrupção contribuem para o descaso no atendimento de doentes. Infelizmente, os desvios de verba e falta de transparência sobre transações financeiras, prejudicam a contratação de profissionais na área da saúde, que atendem uma grande demanda de usuários. Como resultado, a demora no atendimento e realização de exames, prejudica quem depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde.
Em suma, é necessário priorizar os investimentos em saúde pública. Dessarte, é dever da sociedade criar comitês representativos, para que possa ocorrer fiscalização dos investimentos governamentais em unidades de saúde do seu município. Ademais, cabe ao governo, por intermédio de órgãos responsáveis fiscalizar e regular a destinação de verba para hospitais públicos. Logo, o governo deve ser mais severo em relação aos casos de corrupção e punir os envolvidos. Dessa forma, será possível aperfeiçoar as unidades de saúde para benefício da população.