Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 07/03/2019
A saúde pública do Brasil ajuda diariamente milhares de famílias. Dar-se ao conhecimento de centenas de profissionais, tais como: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, dentistas dentre outros. Fornece o conhecimento necessário para a intervenção de doenças, com medicamentos e auxílios especiais de forma gratuita, Mas, esse projeto social não é totalmente transparente. De forma que o acesso é restrito, em alguns lugares do país, pela demanda de agentes da saúde ser pequena, para atender a grande população, que causa um acumulo de pessoas, transtornos, que pode levar a morte. O índice de mortalidade por falta de atendimento público, chega a 23%, segundo o jornal El País.
De modo que, os grandes desafios, ocorrem no dia-a-dia dos brasileiros. Como característica a isso, o grande centro como SãO Paulo, que 88% da sua população, que é composta por por 12 milhões de habitantes, utiliza desse recurso, dados divulgados pela Secretaria de Saúde. Diante disso, a super lotação é severa e centenas de pacientes aguardam em filas de chamadas, que duram meses, até anos, e no atendimento diário passam a esperar em corredores, dividem os mesmos leitos, por falta de estrutura, que os deixam vulneráveis a contaminações de diversas doenças.
O doutor Drauzio Varella comentou sobre esse assunto, em um programa de TV, da Rede Globo, chamado Bem Estar, ‘‘Só ira ter uma avanço na saúde pública brasileira, quando ocorrer o dobro de tudo’’. Que se refere a hospitais, profissionais e aos medicamentos. A escassez dos remédios é um dos grandes vilões da sociedade. A cidade de Curitiba foi alvo desse problemas, os postos de Unidade Básica de Saúde, (UBS) passaram mais de 4 meses sem remédios essenciais, entre quais: antibióticos, benzetacil inclui-se. Ocasionou um colapso nos avanços das patologias dos indivíduos.
Os elementos maléficos, são de máxima importância, e diz respeito a cada cidadão. Torna-se obrigações dos governantes federais e estaduais implantar nos direitos humanos, a saúde no alcance de todos. Cabe assim, criar novos postos (UBS), nas regiões que a demanda do povo é elevada, com a disponibilização de medicamentos de forma hábil, faz com quem o estoque forneça em caso de falta. Que a qualificação dos profissionais esteja proporcionalmente ligada á quantidade de pessoas. Desse modo, irá evitar os casos de espera, a falta de remédios e as mortes.