Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 08/05/2019

Em 2016, 0 G1-RGS surpreendeu a todos ao noticiar um caso em que uma determinada senhora recebeu retorno de uma consulta 11 anos após a sua morte. A partir disso, é indispensável por em xeque a questão da saúde pública na contemporaneidade brasileira, visto que o governo utiliza-se de uma política conivente quanto as necessidades dessa área.

Em primeiro plano, cabe ressaltar que, segundo o IBOPE, 61% dos brasileiros consideram a saúde como a área mais problemática do país. Dessa forma, é inegável que agentes governamentais, mesmo diante de dados como esse apresentado, tendem a não se declarar acerca, ou seja, não há informações sobre estudos e propostas em processo de elaboração  em vista de uma melhoria em tal campo, a fim de atender com uma maior qualidade à aqueles que necessitam.

Ademais, enquanto que no Brasil cerca de 4% do PIB é designado ao setor da saúde, no Canadá, por exemplo, essa porcentagem encontra-se na casa dos 8%, de acordo com a revista EXAME. Dessarte, é notório a precariedade da preocupação do governo brasileiro quanto a essa necessidade básica. Logo, por consequência de más-investimentos, o problema se estende a ineficazes gerenciações. Assim, enquanto não há alguém para aplicar uma solução, de fato, casos como a da senhora anteriormente mencionada se tornam mais frequentes.

Portanto, fica explícito  as deficiências  desse âmbito. À visto disso, é papel fundamental da Esfera Legislativa propor um decreto oficial que vise definir quanto deve ser fornecido às instituições públicas de saúde por ano, de forma que estabeleçam um valor mínimo que já atenda as necessidades e seja suficientes para qualificar ainda mais essas estruturas, a fim de garantir um bem-estar tanto de quem fornece o diagnóstico e tratamento quanto de quem recebe. Assim sendo, dados divulgados semelhantes a do IBOPE reduzirão consideravelmente e o problema será, em parte, solucionado.