Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 11/06/2019
Promulgada em 1948 pela ONU, a DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos) garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. No entanto, o falho e ineficaz sistema de saúde pública no Brasil deturpa o ideal defendido pela DUDH, ao não garantir a toda a nação brasileira uma saúde eficiente e digna, capaz de oferecer o bem-estar e qualidade de vida aos brasileiros. Desse modo, a escassez de verbas, aliada ao falho planejamento para o setor da saúde, propiciam a manutenção do quadro social brasileiro supracitado.
Em primeiro lugar, o SUS (Sistema Único de Saúde) é um sistema, responsável pela saúde pública no Brasil, mas que convive com a escassez e a falta de planejamento das verbas destinadas a ele. Análogo a tal situação, na Idade Média, os baixos recursos e desenvolvimento da saúde e o pequeno conhecimento sobre o corpo humano (devido a condenação do conhecimento aprofundado da anatomia do corpo humano), levaram a doença conhecida como “peste negra” a dizimar cerca de um terço da população do continente europeu. Assim, sem recursos financeiros, não há o conhecimento, a estrutura e o atendimento necessários para que se tenha uma saúde digna. Sendo assim, por não haver o destino de verbas suficiente para que o SUS ofereça atendimento de qualidade à população, ele se mostra falho e ineficiente, culminando em uma saúde pública estruturalmente precária.
Por conseguinte, o falho planejamento para o setor da saúde ocasiona o destino de verbas insuficientes e contribui para que a estrutura do SUS seja incapaz de oferecer atendimento digno de saúde aos brasileiros. Tal fato é explicitado pelo site da MV (companhia especializada em sistemas de gestão de saúde), ao explicitar que o Brasil gastou apenas 10,7% de seu orçamento público total com a saúde, sendo 5% a menos que a média mundial e cerca de 1,5% a menos que outros países emergentes. Dessa forma, há o baixo destino de verbas públicas para o setor da saúde, culminando no comprometimento do funcionamento da saúde pública brasileira, uma vez que não se tem condições econômicas para que o SUS funcione adequadamente. Assim sendo, o ineficaz planejamento culmina na má distribuição de verbas para a saúde, comprometendo a saúde pública no Brasil.
Portanto, a partir dos argumentos supracitados, o Ministério da Saúde deve planejar medidas e ações que visem acabar com a ineficácia da saúde pública, por meio do destino de maiores verbas ao setor - visando principalmente, atender os locais com maior problemas de ineficácia do SUS. Aliado a tal ação, deve-se, também, haver maior fiscalização sobre as verbas, evitando que ocorra seus desvios para outros fins e/ou setores. A partir de tais ações, poder-se-á melhorar a eficácia e a qualidade da saúde pública ofertada no Brasil, oferecendo uma saúde digna e o bem-estar à sociedade brasileira.
Por conseguinte, o falho planejamento para o setor da saúde ocasiona o destino de verbas insuficientes e contribui para que a estrutura do SUS seja incapaz de oferecer atendimento digno de saúde aos brasileiros. Tal fato é explicitado pelo site da MV (companhia especializada em sistemas de gestão de saúde), ao explicitar que o Brasil gastou apenas 10,7% de seu orçamento público total com a saúde, sendo 5% a menos que a média mundial e cerca de 1,5% a menos que outros países emergentes. Dessa forma, há o baixo destino de verbas públicas para o setor da saúde, culminando no comprometimento do funcionamento da saúde pública brasileira, uma vez que não se tem condições econômicas para que o SUS funcione adequadamente. Assim sendo, o ineficaz planejamento culmina na má distribuição de verbas para a saúde, comprometendo a saúde pública no Brasil. Portanto, a partir dos argumentos supracitados, o Ministério da Saúde deve planejar medidas e ações que visem acabar com a ineficácia da saúde pública, por meio do destino de maiores verbas ao setor - visando principalmente, atender os locais com maior problemas de ineficácia do SUS. Aliado a tal ação, deve-se, também, haver maior fiscalização sobre as verbas, evitando que ocorra seus desvios para outros fins e/ou setores. A partir de tais ações, poder-se-á melhorar a eficácia e a qualidade da saúde pública ofertada no Brasil, oferecendo uma saúde digna e o bem-estar à sociedade brasileira.