Debate sobre a saúde pública no Brasil

Enviada em 10/10/2019

Falta de qualidade nos serviços prestados, má distribuição dos serviços, complicações de doenças que poderiam terem sido evitadas, bem como as mortes, essas são algumas situações problemas em discussão relacionadas a saúde pública nacional. Ao passo que o objetivo do SUS criado pelo Governo, em primeira instância, é atuar fornecendo serviços voltados para melhoria no bem-estar de todos, plausível seria esperar desenvolvimentos e melhorias com o passar do tempo. Entretanto há falhas de aplicação desse sistema que infringem o dever do Estado, estabelecido na constituição, fazendo-se gerar situações de riscos e mortes.

De acordo com o artigo 2º da Constituição Federal de 1988, é dever do Estado suprir necessidades indispensáveis relacionadas a saúde. No entanto a ineficiência do Estado com a demanda de pacientes e o descaso quanto as carências básicas como na questão de medicamentos e utensílios de trabalho reforçam a gravidade de situações em ambientes que deveriam serem para o auxílio das pessoas. Bem como a falta de estruturação física dos locais de atendimento e a higienização, que se não regulamentados, favorecem para ocorrer situações de maiores gravidades, tanto para os doentes quanto para os profissionais.

Porquanto a ausência de qualidade dos serviços prestados, decorrem-se muitas vezes de um ambiente não digno de trabalho, assim como o não fornecimento do material necessário aos responsáveis por atendimentos. Uma vez que, ocorre o acúmulo de pessoas que necessitam de tratamentos, remédios, consultas, hospitalizações etc. Por conseguinte os ambientes não suportam a super lotação e aumenta-se os riscos de propagações de doenças e os agravamentos dentro dessas circunstâncias que muitas vezes levam a morte.

Portanto para que o SUS seja mais eficiente em prol de melhores condições para todos, faz-se necessário ao Ministério da Saúde que atue de maneira a fiscalizar o que deve ser feito mediante os  investimentos necessários. Assim também aos governadores e prefeitos se unam para o desenvolvimento e controle de qualidade dos postos de saúde, hospitais, clínicas etc. Bem como ONGs que podem atuar de maneira solidária, assim diminuindo o fluxo de pessoas e atendendo mais rapidamente.